Mulher & Cidadã = A Grande Farsa Acobertada pela sociedade e autoridades desta cidade de Itacaré.
Este site TERRITÓRIO MULHER é minha denúncia como Mulher e Cidadã.
É o que passei desde 28/ 04 /2006 e passo na cidade de Itacaré .
O início assunto particular.Companheiro há 16 anos ao ser desmascarado em seus inúmeros casos de adultério dentro da minha casa, de seus golpes, roubos e falcatruas é expulso de casa.
Mas já era tarde, a arapuca já estava armada com seus vários cumplices, meus funcionários, integrantes da policia, da justiça, vadias desta cidade e de outros estados, suas famílias. Usavam da minha casa e de minha pousada na minha ausência e circulavam esta grande corja tranquilamente com o silêncio desta comunidade.
Nos dias e meses seguintes precisei apelar por proteção e orientação na Polícia Civil, Militar e Justiça.
Ao invés de auxílio sofri agressões, ataques brutais, abuso de autoridade, omissão, agressões,descaso, descrédito humilhações e até TORTURA Física e Psicológica com violações aos Direitos Humanos e a Constituição.
A insegurança, graves ameaças, descrédito , difamações, intimidações, agressões, omissões, contra mim, meu filho e amigos continuam até hoje.
E então os fatos se misturaram:
Vontade da Mulher: Resolver seus assuntos particulares Vontade da Cidadã: Recuperar seus direitos usurpados
As 02 falarão a MULHER e a CIDADÃ.
Eu sou elas: Ana Maria C. Bruni - Cidadã brasileira.
Tornei minha vida pública em 10/05/2006 para sobreviver como Mulher e Cidadã.
Informo que a Corregedoria Geral de Policia da SSP - Bahia, esteve em minha residência na cidade de Itacaré, em data de 28/08/2007, a fim de apurar alguns fatos denunciados por mim relativos a integrantes da Polícia Civil e da Polícia Militar.
Entrevista de Ana Maria C. Bruni – Tema: “Violência contra Mulher”, exibida pelo programa Rede Bahia Revista – Afiliada Rede Globo – TV Santa Cruz, em 05/08/2007, Apresentadora: Carolina Rosa.
Violência doméstica tem de ser traduzida como Violência do Homem! É o homem que agride, é o homem que ameaça, que intimida. O agressor é o homem!
Falar de paz e amor é muito fácil! Encarar a realidade, minha e de diversas outras mulheres, essa é a questão! É botar à cara a tapa, é brigar realmente por um fato real!
VIOLÊNCIA SEM SANGUE. O CRIME PRATICADO CONTRA AS MULHERES.
Vera Mattos
E de que você vai ter vergonha? De ter sido violentada psicologicamente? De ter sido brutalmente atacada fisicamente? Hei mulher! A sua alma está sofrendo
E olhei estas terras com a visão do amor, da paz,da amizade, da solidariedade.
E olhei estas terras com muito carinho e pensei estar semeando estes princípios nela!
E criei a Arcádia! Como na Antiguidade!
Porém a beleza turvou a visão da realidade,dando ao mal vazão a sua perversidade.
E percebi muito tarde a aridez desta terra! Armadilhas armadas por muitos anos, violência deferida em dias! Golpes de todos os lados! Mentiras, traição, adultérios, a violência dos poderes, o egoísmo, o descaso, a omissão.
Esta Terra continua bela, explendida , exuberante como me conquistou no passado. Aqui criei a Arcádia. Um marco neste chão para receber amigos de todos os lugares em confraternização de paz, alegria, poesia.
A Pousada Arcádia permanece. Seus princípios em sua criação foram atingidos, enlameados, traídos, mas ela se ergue em sua simplicidade, beleza e harmonia , não permitindo novamente sua profanação por seres que não a respeitaram, nem procuraram preservá-la.
Seres que não reconhecem a dádiva que Deus nos dá e preferem viver na devassidão, na violência, na traição e mentiras.
A Jornalista Vera Mattos escreve,entrevista,critica,indica links, apresenta assuntos de interesse social.E se pensa, escreve sem medo pois seu único compromisso é com a verdade.
A assinatura do Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência contra a Mulher contou em Salvador com a presença de centenas de mulheres. Em meio a muitas autoridades, o evento se destacou mesmo pela presença das mulheres vitimas. A Fundação Jaqueira convidou Ana Bruni, cuja luta tornou-se conhecida pela internet, e principalmente pela ampla divulgação do site território mulher que relata a busca desesperada de uma mulher que tem sede de justiça. Ana Bruni esteve com toda a equipe da Fundação Jaqueira.Na Seplan, foi apresentada a lideranças femininas e feministas de qualidade. Como eu já havia entrevista e publicado, tinha como certeza que ela deveria trazer os problemas que enfrenta em Itacaré, Bahia, para o grupo de trabalho de Salvador. E minha certeza tornou-se convicção: a companheira que chegava de Itacaré, Bahia, é uma mulher elegante, bonita,distinta. Carioca de classe média alta, excelente formação familiar e social. Poderia ter desistido de tudo e voltado para o Rio de Janeiro. Mas resolveu permanecer e ser um grito de alerta. Mas corre risco de morrer.
Ela que criou a maior comunidade sobre a Lei Maria da Penha no orkut, não consegue um avanço em seu caso. Não consegue absolutamente nada, a não ser conselhos para sair da cidade em que vive, em que investiu dinheiro, cidade onde trabalha honestamente.
Que País é este? Eu fico me perguntando todos os dias. Militantes e ativistas olham uma para as outras dentro de um contexto de perplexidade. Como já disse e escrevi antes, as ameaças que sofro tem como origem rede de pedófilos e de ex-maridos que se revoltam com os meus laudos e minhas orientações para que sejam denunciados. Então, eles buscam "laranjas" para brincarem comigo. Mas, eu sou a gata e eles os ratos. Eu procuro me unir a gente decente e digna.Sobre o meu trabalho, a Bahia e o Brasil sabem.Não digo isto com orgulho. Acho que sempre que temos que interferir por alguém, berrar, clamar por justiça, é porque o nosso Brasil sofre da estranha síndrome masculina da agressão à mulher.
Mas quero voltar a Ana Bruni, a nossa Território Mulher. Ela ficou em Itacaré e tentou procurar as autoridades locais. A história toda está no site, com direito inclusive a repercussão nacional em colunas de grande prestígio sobre a prática de tortura na Bahia.
Como Itacaré não lhe prestou solidariedade e nem lhe deu atenção através das autoridades, resolvi então convidá-la. Venha a Salvador. E ela chegou com um jeito meio desconfiado de que talvez também não fosse prestigiada aqui. No entanto, as principais lideranças femininas estiveram com ela. Representantes das secretarias estaduais, deputadas, a prefeita Moema Gramacho, a presidente da comissão de mulheres da OAB/BA, as representantes da FCCV - Fórum Comunitário de Combate ao Crime e a Violência. Se ficasse mais, Ana teria mais encontros e uma agenda maior a cumprir. Iríamos por exemplo ao Núcleo de Justiça e Direitos Humanos, ao encontro da companheira Mônica Bittencourt. Iríamos ao encontro da companheira Isabel Alice da Delegacia Especial de Atendimento a Mulher.
Este recado público é para você, companheira Ana Bruni. Você esteve aqui e foi acompanhada pela direção da Fundação Jaqueira. De maluca você não tem nada. Que diga a nossa Tania Gomes, diretora de Saúde Mental da nossa Fundação. O sentimento que fica é que as cidades querem se libertar das mulheres independentes.Se isto incomoda nas capitais, o que se poderá dizer do interior do Estado, onde prevalece a força e o machismo. É uma pena que Itacaré não tenha capacidade para aproveitar o potencial desta mulher que chegou do Rio de Janeiro e apaixonou-se pelo local e lá montou uma pousada, deixando para trás uma vida cheia de glamour. Hoje procura ajudar centenas de mulheres na mesma situação ou em pior situação.
Aos mandatários de Itacaré eu irei dar uma péssima notícia: Ana Bruni não está sozinha. Saiu do virtual para o real. Estamos organizando em Salvador uma comissão de mulheres para verificarmos o que acontece por aí. Quem tiver coragem responda: será que Ana Bruni, brasileira, carioca, é a única mulher agredida neste local paradisíaco? Por favor, respondam por que no mínimo é intrigante. Ana Bruni você chegou em Salvador e aí agora passa a representar o nosso movimento de mulheres. E nós vamos aprender o caminho para Itacaré. Quem sabe não encontraremos outra vítima.
QUAL A RAZÃO DAS AMEAÇAS? A RESPOSTA É PORQUE NÃO ME CALO. PORQUE NÃO SOU INDIFERENTE A DOR ALHEIA.PORQUE SOU OBRIGADA A VIVER DE UMA FORMA QUE NÃO DESEJO A NINGUÉM. AMEAÇAS FEITAS POR PEDÓFILOS POR CAUSA DOS MEUS RELATÓRIOS, POR CAUSA DAS MINHAS DENÚNCIAS. PELOS MARIDOS DAS MULHERES QUE SÃO ESPANCADAS E QUE ME PROCURAM COM ESPERANÇA DE ENCAMINHAMENTOS.POR NÃO ADMITIR QUE CRIANÇAS SEJAM MALTRATADAS PELOS PAIS, PELOS RESPONSÁVEIS, PELOS ABRIGOS. PELOS IDOSOS BARBARAMENTE TRATADOS EM SUAS CASAS E POR SEUS FAMILIARES.PORQUE SOU UMA VOZ QUE NÃO CALA, E QUE SERENAMENTE VAI CONSTRUÍNDO VIDA. POR ISTO GOSTO DE TER MUITAS VOZES COMIGO, BERRANDO POR JUSTIÇA, POR AMOR, POR SOLIDARIEDADE. TODA HISTÓRIA ESTÁ DEVIDAMENTE REGISTRADA EM MINISTÉRIO PÚBLICO, DELEGACIA DA MULHER E FÓRUNS ESPECÍFICOS. DEIXEI PARA REVELAR ISTO NO FINAL DESTA CAMPANHA EM DEFESA DA MULHER. TAMBÉM SOU VÍTIMA.MAS NÃO SOU VÍTIMA DA VIOLENCIA DOMÉSTICA, AMBIENTE EM QUE SOU AMADA.SOU ODIADA PELOS PODEROSOS.SOU ODIADA PELOS QUE DESEJAM MULHERES AMORDAÇADAS E SEM DIREITO A PALAVRA.EU QUERO USAR A PALAVRA COMO ARMA. EU QUERO MINHA LIBERDADE DE EXPRESSÃO INTEIRA. E QUERO QUE TODAS AS MULHERES DO MUNDO EXPERIMENTEM ISTO: FALAR, ESCREVER, SENTIR, AMAR.SEM MEDO E SEM LIMITES.HOMEM QUE É HOMEM ENTENDE ISTO.OS VERMES QUE FIQUEM DISTANTES E APODREÇAM NAS CADEIAS.ESTOU CANSADA DA MOROSIDADE DA JUSTIÇA, DA LENTIDÃO, DO DESRESPEITO.PARABÉNS A TODOS QUE LUTAM PELA CAUSA DA MULHER.SOMENTE PESSOAS QUE TENHAM CRITÉRIOS SEMELHANTES SERÃO ACEITAS.E A QUEM ME ASSUSTA EU DIGO QUE NADA TEMEREI PORQUE DEUS ESTÁ COMIGO!
E falo por mim e por elas Minhas irmãs. Mulheres E falo pelas que tem medo E falo pelas que estão acuadas E falo pelas que estão ameaçadas E falo pelas que foram estupradas E falo pelas que foram espancadas E falo pelas que estão abandonadas E falo pelas que são humilhadas E falo pelas que são difamadas E falo pelas crédulas E falo pelas traídas E falo pelas emudecidas E falo pelas injustiçadas E falo pelas que morreram E falo pelas que virão E falo por você E falo por suas filhas E falo por suas netas
Ana Maria C. Bruni agradece a solidariedade e a voz de uma mulher que fala por nós!
A sociedade mesmo sendo omissa em relação a violência termina sempre por pagar seu preço de uma forma ou de outra.
Em mais um ato de violência contra mim, muitos foram envolvidos para solucionar um caso de roubo: soldados, escrivões, investigadores, sargentos, Capitão, Tenente-Coronel da Policia Militar.
Tempo, despesas de combustível, telefonemas. Tempo dos que trabalhavam e dos que deixaram de trabalhar pela violência. Recursos gastos por ato de criminoso que insiste em pensar que aqui é terra de bandidos!
Criminoso precisa entender que muitos dos seus comparsas já foram afastados desta cidade de Itacaré por ordens superiores e por vontade de Deus.
Meu agradecimento pelo atendimento do Tenente-Coronel Julio Pereira e Capitão Hosannah da Policia Militar.
Ameaças entre gargalhadas de: " VAI LEVAR . VAI LEVAR" , ainda sou obrigada a ouvir de criminoso desde abril de 2006
Vamos fazer na rede uma onda cor de rosa, quase vermelha, da cor de nossa menstruação.Vamos colocar o sangue que sai do nosso ventre na hora do parto. Vamos colocar o batom que enfeita nossos lábios.E se depois de tudo isto nos sobrar fôlego e vencermos a batalha vamos colorir o mundo com o nosso sorriso, com a nossa risada gostosa, com a nossa sensualidade.Vamos impedir que mulheres morram em vida.
Vera Mattos
Fala sério! Nós mulheres vivemos o terror de cada dia em casa, em família, entre vizinhos e em nossa vida profissional. O Brasil confere aos agressores a certeza da impunidade. Os processos se amontoam e cada instituição oferece uma desculpa. Excesso de processos, excesso de inquéritos, poucos delegados, poucos juízes, poucos promotores. A única coisa que é verdadeira é que são muitos os agressores. Minha caixa de e-mail vive implodindo de tanta emoção feminina. O medo feminino invade a tela do meu computador, o meu espaço virtual, e eu fico imaginando como estará cada uma que me procura para desabafar e muitas até para dizer que ainda não está no tempo da denúncia. Tem que denunciar. Tem que exigir que o delegado ou delegado lhe escute. A Bahia particularmente vive um tempo de mudanças. É verdade que estes profissionais são concursados e cada um segue sua orientação política própria e também é verdade que existem alguns que nem sabem como irão aplicar a Maria da Penha, simplesmente porque o sistema carcerário brasileiro está falido. Os presídios abarrotados. Os abrigos para mulheres são raros e de qualidade baixa. Estão sempre em locais de difícil acesso. Não podem ser mostrados a imprensa porque deixariam de ser locais seguras. Mas não são nem mesmo albergue de zero estrela. Gente vamos fazer diferente. Vamos exigir que as autoridades tomem cursos de direitos humanos e alguns até mesmo de educação doméstica. O fato é que quando em processo de julgamento a mulher já entra condenada. Outro dia fui dar um depoimento sobre uma criança que sofreu abuso sexual do pai e para minha surpresa estavam lá duas advogadas muito bem sucedidas defendendo o provável pai pedófilo. A mãe precisou de um defensor público para atuar. E ele desistiu como que por encanto na última hora. Restou a mãe da criança fazer requerimento pessoal. Aí eu me pergunto: que luta desigual é esta? O poder econômico prevalece. Viva o dinheiro, viva o capital perverso que compra a dignidade de quem quer vender. O declínio do homem público é tão grande que não tem mais ladeira para rolar. E eu não estou falando do Legislativo que nós podemos descartar de eleição em eleição. Eu estou falando do pessoal que é funcionário de carreira, empregado do Estado. É preciso deixar de tratar funcionários públicos como reis e rainhas. Estes senhores e estas senhoras sabem que estão ali para cumprir a lei. E, portanto, cumpra-se a Lei Maria da Penha. Eu já estou anotando nomes de mulheres para as próximas leis. É tanto sofrimento para a mulher e para os filhos que isto com certeza rende algum lucro para setores perversos. Apanhou? Voltou para casa? E aí eu pergunto: onde as Delegacias de Mulheres irão proteger tantas mulheres agredidas? Se continuarmos assim, e entrarmos na linha do imaginário, teremos campos de mulheres. Você homem quer este caminho para a sua filha? Você filho quer este caminho para sua mãe? Você que é mãe, mulher e filha, quer continuar sendo agredida?
Não nos ouvem até porque o poder é masculino. Então em vez de rasgar soutiens, bater panelas, vamos partir para o movimento na grande rede.
Simplesmente vamos fazer link aos milhares sobre o tema. Vamos exigir o cumprimento da lei tornando as buscas na internet intermináveis. Quem não pode falar, faça link, abra um blog, republique o artigo.
Não sabe fazer? Sempre encontrará alguém que faça. E por favor, nos informe sobre sua ação em sua cidade, em seu estado. Faça por e-mail se desejar.
Vamos fazer uma onda cor de rosa, quase vermelha, da cor de nossa menstruação. Vamos colocar o sangue que sai do nosso ventre na hora do parto. Vamos colocar o batom que enfeita nossos lábios.
E se depois de tudo isto nos sobrar fôlego e vencermos a batalha vamos colorir o mundo com o nosso sorriso, com a nossa risada gostosa, com a nossa sensualidade. Vamos impedir que mulheres morram em vida. Vamos juntas, unidas. As mulheres são as melhores aliadas quando querem ser aliadas. As mulheres são as maiores inimigas quando querem ser inimigas. Finalizo, repetindo perdas e danos: “as pessoas sofridas são perigosas porque sobrevivem”.
Espero por vocês na invasão mais absoluta da rede.